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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Primeiro dia do tríduo de 2017

Com mais de 50 pessoas, entre eles muitos romeiros de Santa Edwiges, rezamos por nossas famílias nesta noite chuvosa!




Irmãs e irmãos boa noite . Alegraivos sempre no senhor , alegraivos. Inciamos hoje o triduo em honra  a santa Edwiges. Vos fostes uma mulher forte e respeitada, porque, com vosso exemplo, mostrastes que acima de tudo está a vontade de Deus, que tudo governa com sabedoria. Em 2017, a Campanha da Fraternidade, promovida anualmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), tem como tema: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. E o lema, inspirado no livro do Gênesis (2,15): “Cultivar e guardar a criação”, levando toda a comunidade a refletir sobre as ações de conscientização e preservação do meio ambiente em todo o país.




O Brasil é o país com maior diversidade biológica do mundo. São mais de 116 mil espécies de animais (9% da fauna mundial) e cerca de 55 mil espécies de plantas, que representam 22% do total terrestre, responsáveis por garantir o equilíbrio do nosso planeta, em 5 biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal.

sábado, 13 de maio de 2017

ORAÇÃO PODEROSA A SANTA EDWIGES PARA PAGAR DÍVIDAS



Por sua conhecida história de vida, cercada de milagres e benfeitorias aos pobres, Santa Edwiges tornou-se a protetora dos endividados. Sendo assim, a bênção da santa é solicitada e a oração poderosa direcionada a ela é milagrosa e infalível para pessoas que possuem muitas dívidas ou que enfrentam problemas para conseguir um emprego ou sair da pobreza.
Conheça, a seguir, duas versões de oração poderosa para pagar suas dívidas. 

ORAÇÃO PODEROSA A SANTA EDWIGES


Esta oração poderosa é extremamente forte e, se realizada com fé, pode auxilia-lo a pagar suas dívidas. Ao realiza-la, escreva o valor da dívida e coloque em seu cantinho de orações.

 “Ó Santa Edwiges,
Vós que na terra fostes o amparo dos pobres,
A ajuda dos desvalidos e o socorro dos endividados,
E no céu agora desfrutas do eterno prêmio da caridade que na terra praticaste
Suplicando te peço que sejais a minha advogada,
Para que eu obtenha de Deus
O auxílio que urgentemente preciso (fazer o pedido)
Alcançai-me também a suprema graça, da salvação eterna,
Santa Edwiges, rogai por nós,
Amém!"

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Missa do 5º Domingo Comum, Sal da terra e luz do mundo

“Somos sal da vida e somos luz para o mundo porque sabemos que Jesus é a nossa fonte inesgotável de sal para a vida eterna.”



Hoje nossa celebração vai nos contar sobre o sabor da vida e sobre ser luz para o mundo .
Eu quero saber qual desses pratos aqui no data show que as crianças mais preferem .( jiló outro de batata frita )
Será que é esse prato de jiló? Ou será esse prato de batata frita?
Mas alguém já tentou comer batata sem sal ?(É gostosa ou ruim ?)
Pois é, crianças, a batata frita sem sal é uma coisa sem graça, sem sabor ,sem vida não é ? Nós não gostamos de comer coisas que não tem sabor …
A batata é gostosa porque nela tem o sal que acentua , por isso ela é saborosa . Sem sal não passa de uma pasta sem sabor. A nossa vida fica assim, sem gosto, quando perdemos o sal , o sal da alegria, o sal do amor para com os outros, porque o sabor da nossa vida, o nosso sal, é o amor . E quando perdemos o amor, nossa vida fica sem graça se iguala uma batata sem sal . E vocês sabem que é que pode retornar a alegria para nossa vida? Quem é tem o maior deposito de sal de vida nova ? Jesus… é Ele quem dá sabor a vida , que nos enche de amor e nos faz brilhar como uma luz sobre a cidade toda, porque aquele que tem amor é luz para os outros, é certeza de caminho aberto , de vida saborosa e cheia de alegria ..

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Papa: o cristão está sempre a caminho, fazendo o bem


Papa durante sua reflexão matutina - OSS_ROM
13/10/2016 11:58
Rádio Vaticano (RV) - O Papa celebrou a missa matutina na capela da Casa Santa Marta nesta quinta-feira, (13/10). Em sua homilia, Francisco traçou o perfil do bom cristão que deve sempre sentir em si a benção do Senhor e caminhar adiante fazendo o bem.
 
“O cristão é abençoado pelo Pai, por Deus. É uma pessoa escolhida”, disse o Pontífice detendo-se nos traços desta bênção, partindo da Carta de São Paulo aos Efésios.
“Deus nos chamou um por um, não como uma multidão oceânica. Fomos escolhidos, esperados por Deus”, disse Francisco.
“Pensemos num casal quando espera um filho. Como será? Como será o seu sorriso? Como falará? Ouso dizer que também nós, cada um de nós, foi sonhado pelo Pai, como um pai e uma mãe sonham o filho que esperam. Isso nos dá uma segurança grande. O Pai quis cada um de nós, e não uma massa de gente, não! Cada um de nós. Este é o fundamento, é a base da nossa relação com Deus. Falamos com um Pai que nos quer bem, que nos escolheu, que nos deu um nome.”
Grande consolo
“Entende-se quando um cristão não se sente escolhido pelo Pai. Quando sente que pertence a uma comunidade é como um torcedor de futebol. O torcedor escolhe o time e pertence àquele time”, disse o Pontífice. 
“O cristão é um escolhido, é uma pessoa sonhada por Deus. Quando vivemos assim, sentimos no coração um grande consolo, não nos sentimos abandonados, não nos é dito: se vire como puder”, frisou. 
O segundo traço da bênção do cristão é o sentir-se perdoado. “Um homem ou uma mulher que não se sente perdoado, não é plenamente cristão.”
Perdão
“Todos nós fomos perdoados com o preço do sangue de Cristo. Mas do que eu fui perdoado? Lembre-se das coisas feias que fez, não as que fez o seu amigo, o seu vizinho, a sua vizinha: mas o que você fez. O que eu fiz de mal na vida? O Senhor perdoou estas coisas. Sou abençoado, sou cristão. O primeiro traço: sou escolhido, sonhado por Deus, com um nome que Deus me deu, amado por Deus. O segundo: sou perdoado por Deus.”
O Papa falou então sobre a terceira característica do cristão. "É um homem e uma mulher rumo à plenitude, ao encontro com Cristo que nos redimiu”.
“Não se pode entender um cristão parado. O cristão sempre deve ir adiante, deve caminhar. O cristão parado é aquele homem que recebeu um talento e por causa do medo da vida, medo de perdê-lo, medo do patrão, medo ou comodismo, o enterrou e deixou o talento ali, e ele fica tranquilo e passa a vida sem caminhar. O cristão é um homem a caminho, uma mulher a caminho, que sempre faz o bem, procura fazer o bem, caminha adiante.”
“Esta é a identidade cristã. Abençoados, porque escolhidos, perdoados e a caminho”. Nós não somos anônimos, não somos soberbos a ponto de não precisar do perdão. Não somos pessoas paradas”, disse o Papa. 
“Que o Senhor nos acompanhe com esta graça da benção que nos deu, a benção de nossa identidade cristã”, concluiu. 
(MJ)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Edwiges: sempre atenta aos necessitados!!


Na celebração de canonização de Edwiges, no ano de 1267, o Papa Clemente 4º a apresentava como exemplo digno de ser imitado no que se refere à pratica do amor ao próximo. Chegou até a indicar alguns trechos da Escritura em que Edwiges se inspirava para sua assistência social e auxílio dos necessitados.
O Papa disse que Edwiges gravou em seu coração as palavras do Senhor: “Sede pois, misericordiosos 
como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6, 36). Edwiges espalhava o bem entre os necessitados, com rapidez e decisão, como se tivesse sempre em mente as palavras do Evangelho: “E respondendo, o Rei lhes dirá: ‘Em verdade vos digo que, quantas vezes vós fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim é que o fizestes’” (Mateus 25, 40).
Edwiges ajudava os pobres, cuidava dos doentes e famintos, tratava com carinho e atenção às parturientes e jamais esquecia as viúvas e órfãos. Em qualquer parte onde pudesse perceber necessidades e falta de recursos, acorria em auxílio, guiada pelo amor de seu coração. E não fazia isto como outras princesas ou rainhas que mandavam seus serviçais, mas sim ia pessoalmente e apresentava sua ajuda, seguindo as palavras do Mestre que diz: “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia” (Mateus 5, 7).
A Duquesa Edwiges tinha como princíío que nenhum dos pobres e necessitados sofresse fome no castelo ducal de Wroclaw. Isto motivou-a a construir uma cozinha para os pobres sob a direção de um cozinheiro experiente. Para os que tinham forme havia um cozinheiro e auxiliares à vontade.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Santa Edwiges, a construtora!!

É comum ver a estátua de Santa Edwiges com uma coroa na mão ou com um livro. Às vezes é com um livro e acima dele, apoiada nele, uma coroa. O sinal é que ela era atenta à Palavra de Deus ou às regras de vida escritas pelos Santos e ao mesmo tempo mantinha sua nobreza, sua dignidade.

Mas encontramos também estátuas de Santa Edwiges com pequenas Igrejas na mão. Aliás, é esta a forma mais comum de ver sua representação. O motivo é claro: Edwiges dedicou muito de seu tempo e de suas posses para construir lugares onde as pessoas podiam encontrar Deus. Ela construiu Igrejas e Conventos onde pessoas comuns e Monges e Monjas podiam orar, contemplar e estar em comunhão com o sagrado.
Continuando nossa apresentação da vida de nossa Santa Edwiges, lembremos que da última vez contamos que ela havia construído um convento em Trzebnica. Este convento foi muito importante na sua vida. Não sabemos direito como era o seu aspecto externo, pois não restou muito daquele tempo. Sabemos por uma gravura de 1234 e de algumas indicações escritas que o convento era a metade do que é atualmente.
Foram descobertos fornos de aquecimento debaixo do atual piso do convento. Os fornos eram importantes pois mantinham a casa aquecida. Do lado oeste do convento descobriu-se o que deve ter sido a ala dos hóspedes e de acolhida dos peregrinos. Edwiges deve ter morado naquela região do convento.
Nossa Santa se empenhou muito na construção daquele edifício. E através desta construção ela conseguiu também muitos benefícios a seu povo. De fato, a sentença de morte era muito comum naquele tempo. Edwiges conseguia que seu marido, senhor daquelas terras, não executasse os inimigos, mas os direcionava para os trabalhos naquela construção. Fazia assim também com os devedores, não impondo a eles a prisão e a humilhação.
Em 1232 assume o convento de Trzebnica a Monja Gertrudes, filha de Edwiges. As religiosas que lá estavam, pelo que se pode ler nos registros, eram tanto polonesas quanto alemãs. Com a prática de estimular a construção deste convento e outras obras, Edwiges marcava presença e influenciava positivamente a sociedade de seu tempo, gerando também possibilidades de vida e dignidade para seus súditos, especialmente os mais empobrecidos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Papa: vencer a indiferença e construir a cultura do encontro


Papa celebra na capela da Casa Santa Marta - OSS_ROM
13/09/2016 10:38
Cidade do Vaticano (RV) – Trabalhar para construir uma verdadeira cultura do encontro, que vença a cultura da indiferença: foi o que pediu o Papa na Missa celebrada na manhã de terça-feira (13/09) na Casa Santa Marta.
 
Francisco falou do encontro de Deus com o seu povo, e advertiu para os maus hábitos que, em família, nos afastam da escuta do outro. A Palavra de Deus, iniciou o Pontífice, nos faz hoje refletir sobre um encontro. Com frequência, observou, as pessoas se “cruzam, mas não se encontram”. Cada um “pensa em si mesmo; olha, mas não vê; ouve, mas não escuta”:
“O encontro é outra coisa, é aquilo que o Evangelho hoje nos anuncia: um encontro; um encontro entre um homem e uma mulher, entre um filho único vivo e um filho único morto; entre uma multidão feliz, porque encontrou Jesus e o segue, e um grupo de pessoas, chorando, que acompanha aquela mulher, que saía de uma porta da cidade; encontro entre aquela porta de saída e a porta de entrada. O ovil. Um encontro que nos faz refletir sobre o modo de nos encontrar entre nós”.
No Evangelho, prosseguiu, lemos que o Senhor sentiu “grande compaixão”. Esta compaixão, advertiu, “não é o mesmo que nós sentimos quando andamos na rua e vemos uma coisa triste: ‘Que pena!’” Jesus não passa além, é tomado pela compaixão. Aproxima-se da mulher, a encontra realmente e depois faz o milagre.
O encontro com Jesus vence a indiferença e restitui dignidade
Neste episódio, disse o Papa, vemos não só a ternura, mas também “a fecundidade de um encontro”. “Todo encontro – retomou – é fecundo. Todo encontro restitui as pessoas e as coisas no seu lugar”: 
“Estamos acostumados com a cultura da indiferença e temos que trabalhar e pedir a graça de fazer a cultura do encontro, do encontro fecundo que restitui a todas as pessoas a própria dignidade de filhos de Deus. Nós estamos acostumados com esta indiferença, quando vemos as calamidades deste mundo ou as pequenas coisas: “Mas que pena, pobres pessoas, como sofrem”, e ir adiante. Se eu não ver – não é suficiente ver, mas olhar – se eu não paro, não olho, não toco, se não falo, não posso fazer um encontro e nem ajudar a fazer a cultura do encontro”.
Todos, sublinhou Francisco, “ficaram com muito medo e glorificavam a Deus por visitar o seu povo”. O Papa acrescentou que “eu gosto de ver aqui também o encontro de todos os dias entre Jesus e sua esposa”, a Igreja, que aguarda o Seu retorno.
Também em família podemos viver um verdadeiro encontro
“Esta – reiterou – é a mensagem de hoje: o encontro de Jesus com o seu povo”; todos somos “carentes da Palavra de Jesus”. Precisamos do encontro com Ele:
“À mesa, em família, quantas vezes se come, se vê TV ou se escreve mensagens no celular. Todos são indiferentes a este encontro. Até no fulcro da sociedade, que é a família, não existe encontro. Que isto nos ajude a trabalhar por esta cultura do encontro, tão simplesmente como o fez Jesus. Não olhar apenas, mas ver; não ouvir apenas, mas escutar; não só cruzar com os outros, mas parar. Não dizer apenas ‘que pena, pobres pessoas’, mas deixar-se levar pela compaixão. E depois, aproximar-se, tocar e dizer do modo mais espontâneo no momento, na linguagem do coração: ‘Não chore. E dar pelo menos uma gota de vida”. 
(BF/CM)